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Olá! Eu sou a Renata Cox, que bom ter você aqui neste espaço que construí para chamar de nosso.

Sou Coach de Carreira, Psicóloga por formação, palestrante, empreendedora, apaixonada por gente e uma otimista por natureza.

Eu ajudo meus clientes a construirem, de fato, uma carreira profissional (e uma vida) com realização, propósito e felicidade. AMO ajudar as pessoas a terem uma vida que tenha realmente a sua "cara".

E se você já se perguntou:

Se está realmente indo pelo caminho certo...

Quer melhorar seus resultados, mas não faz ideia...


Gostaria de ir para o seu próximo nível profissional e aumentar a produtividade, mas não sabem como...

… Então você está no lugar certo.

Eu entendo você, pois vivi exatamente esses questionamentos por muitos anos. Mas consegui recalcular a rota da minha vida e posso te ajudar também.

Um pouco da minha história nessa jornada

Deixa eu te contar um pouco da minha história e de como eu cheguei até aqui.

Sou natural de Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e deste pequena sempre gostei de estar rodeada de pessoas, nada tímida e muito falante.

Aos 17 anos fiz intercâmbio nos Estados Unidos e essa experiência foi simplesmente fantástica, foram 12 meses de imersão na língua inglesa e na cultura americana. Foi tudo tão intenso que logo que retornei ao Brasil já não sabia mais o que eu queria ser quando crescer, ou seja, qual curso eu iria prestar vestibular.

Eu só tinha 5 meses para decidir e então busquei ajuda da psicóloga da época do cursinho pré-vestibular. Durante a Orientação Profissional (na época não existia o coaching) eu tive a clareza do meu caminho e também fiquei fascinada com o trabalho que a profissional estava fazendo em mim, fichas caíram e então decidi fazer o curso de psicologia.

Logo no primeiro dia da faculdade eu sabia que era isso que eu queria fazer, trabalhar com pessoas e ajudá-las no seu desenvolvimento era definitivamente a minha praia.

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Fui aluna especial do mestrado em Gestão do Conhecimento da UFSC, fiz duas pós graduações e dois cursos de aperfeiçoamentos, sendo um deles de Orientação Profissional com a maior referência do Brasil na área. Sempre investi pesado no meu aperfeiçoamento.

Mas apesar de ter encontrado a minha área, que é o desenvolvimento de pessoas, ainda tinha pavor da segunda-feira, e a música do fantástico me causava aquela deprê básica que, segundo pesquisa, sete de cada dez brasileiros sentem.

Você já se sentiu assim também?

Encerrei o ciclo de Florianópolis e fui para Curitiba, cidade charmosa e gelada onde aprendi a valorizar o sol e a usar cachecol e luva. Trabalhei em uma renomada instituição, fui responsável pelo preparo emocional de 98 competidores na maior competição de Educação Profissional da América Latina, a Olimpíada do Conhecimento.

Apesar do meu cargo bacana e o salário atrativo, sentia que ainda não era isso, minha busca permanecia. No final de 2014 houve uma restruturação na organização e alguns projetos foram excluídos e a equipe enxugou, e eu fui uma dessas profissionais convidadas a sair do time.

Depois de quase 10 anos atuando na empresa em três diferentes estados (MS, SC e PR) meu ciclo encerrava com uma demissão, fiquei realmente chateada, mas no dia seguinte minha cabeça já estava erguida para descobrir como iria recomeçar.

Nesta época, trabalho para mim era apenas trabalho, uma forma de conseguir um dinheiro para pagar as contas (afinal, elas insistem em chegar todo mês) e sobreviver, ou seja, vivia em uma completa mediocridade. Vivia esperando o próximo feriado, o final de semana e as férias chegarem para, aí sim, poder ser feliz e fazer algo que realmente tivesse a minha cara, que sentisse prazer.

Lembro, como se fosse ontem, como eu torcia para empresa emendar o feriado e já sabia todos os feriados que iria ter no ano inteiro, pois seria um dia a menos para encarar o fardo que o trabalho tinha na minha vida.